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Sala de Música de Fernie Canto

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Aqui, você encontra as composições originais instrumentais do músico brasileiro Fernie Canto, inteiramente gravadas usando um computador, MIDI, um microfone e objetos variados. Há três albums disponíveis, e algumas colaborações.
Atualizado em 14 de Agosto de 2007: NOVO ÁLBUM PUBLICADO:
Big Robot, Little Robot

Entre e sinta-se à vontade! Todas as composições deste site foram escritas e gravadas por mim, e estão disponíveis para download gratuito. Essas faixas estão todas em formato MP3 160 kbps (ou superior), para ter certeza de que, pelo menos, a qualidade de som será aceitável!

Este site, assim como todas as faixas, estão sendo gentilmente hospedadas por Graham Dawson em seu servidor. Muito, muito obrigado a Graham. Se você não sabe, ele é um dos administradores do Groening FanWorks Central, o lugar na Internet que, indisputavelmente, mantém fanfiction dos Simpsons e Futurama de mais alta qualidade que você já viu. Sério! Esqueça "fanfiction.net", slash fics e ficção de 100 palavras de pré-adolescentes. O assunto aqui é fanfiction de qualidade. Navegue pelas histórias comentadas por leitores e outros escritores, comente as histórias que você leu, comunique-se com os escritores no Forum, e tenha suas próprias histórias lidas e comentadas por escritores que dispõem a ajudá-lo a melhorar suas abilidades! O quê pode ser melhor do que isso para fãs dos Simpsons e Futurama?

MAIS UMA COISA ANTES DE VOCÊ CONTINUAR: se você usa o Winamp para escutar essas faixas, dê uma olhada em MP3splice, um pequeno plug-in que elimina aquelas pequenas "falhas" irritantes entre faixas MP3 que devem seguir umas nas outras sem interrupções - assim como várias destas faixas, especialmente as de The Binary Sounds Of Nature e Big Robot, Little Robot. é um programa pequeno, é realmente efetivo, e vai melhorar a experiência musical. A página diz que o plug-in só funciona com o Winamp 2.xx, mas ele funciona com o Winamp 5.xx também!

Seguindo adiante...


Musics For Highways (2003) - 52:58


Não, não é um erro de digitação: Musics For Highways é o primeiro álbum completo que eu escrevi, apesar de não ter sido minha primeira experiência com música. é um álbum conceitual, inspirado pelas estradas que unem a cidade onde eu moro (Porto Alegre) e o litoral. Eu adoro ouvir música durante as viagens (quem não gosta?), e em 2001, eu propus a mim mesmo o desafio de compor um álbum para se ouvir durante uma viagem. Depois de numerosas mudanças e polimentos, o álbum foi terminado em 2003, contendo 13 faixas que fluem como a passagem de um dia - um conceito realmente original para mim, muito antes de eu ouvir Days of Future Passed. Mesmo assim, dentre todos os meus álbums completos, esse é o que eu gosto mais, e contém algumas das minhas melhores composições - na minha opinião - que são 'A Landscape In Red', 'Warm Breeze' e a balada 'Somewhat Late'.

1 - Raging Yellow Sun (2:07): O dia começa com esse rocker veloz baseado em uma idéia muito simples e um rítmo que retorna aos primeiros tempos do U2.

2 - Blue And Grey (5:31): Uma canção pop mais leve, que deixa espaço para umas mudanças imprevistas, mantendo o dia ensolarado e sem núvens.

3 - Tranquility, At Last (4:52): A primeira balada - uma peça introspectiva e nostálgica baseada em uma sequência de acordes muito simples, mas eficaz, sem esquecer a melodia.

4- Passing Time (4:11): O resultado da união de dois acordes de guitarra extremamente simples, esta versão "eletrificada" foi a segunda a surgir. Um rocker rápido, talvez o mais pesado no álbum.

5 - Lone Rider (2:38): Um pouco de riff-rocker, esta é a evolução de umas idéias mais antigas, contendo solos de bateria e baixo e o quê mais.

6 - A Landscape In Red (5:14): Outra balada, desta vez pintando um cenário escarlate ao pôr-do-sol - outra idéia simples que funciona bem. Uma favorita minha, ela marca o fim do "lado A" do álbum.

7 - Passing Time (reprise) (1:32): Esta versão "acústica" da quarta faixa, esta une o "lado A" e o "lado B" em sua glória de três acordes.

8 - Warm Breeze (3:49): A base desta música atmosférica é uma forte seção de cordas e uma linha de baixo esparsa. Outra idéia simples que funciona bem? Eu acho que sim.

9 - Somewhat Late (6:50): A minha favorita no álbum. Uma idéia não-tão-simples que também funciona. é claro, era só uma questão de tempo antes de que o fã de Lisa Simpson incluísse um solo de saxofone no álbum!

10 - Silvery Light (5:50): Sim, a noite caiu, e a música ficou mais mais escura. Teria que acontecer, e este rocker dá um tom um pouco mais sombrio à viagem.

11 - A Landscape In Black (2:08): Eu teria gostado de ter Brian Eno ou Jean-Michel Jarre para gravar esta para mim. Mas já que isso não aconteceu, dá para manter a cacofonia de vozes e os brinquedos de borracha antes to crescendo de sintetizadores e pianos.

12 - Throttle (4:31): Eu imagino um tapete de luzes vermelhas pela estrada quando eu ouço esta. A alta velocidade e o piano urgente ajudam a criar o clima.

13 - Tranquility Again (3:40): Outro dia começa, e está quieto e tranqüilo de novo... mas é só uma questão de tempo até que as coisas comecem de novo. Não se assuste pelo barulho que vai fazer depois de uma breve pausa no fim - é pra ser assim. é o álbum inteiro comprimido em 30 segundos, de trás pra diante. Se você não pode ter um final 'Her Majesty' no seu álbum, pelo menos se pode ter isto!

Todas estas faixas são Copyright 2003 de Fernie Canto

The Binary Sounds Of Nature (2003) - 67:58


Meu segundo álbum, este cresceu de uma composição de 23 minutos entitulado 'Down In The Valley', mas esta é dificilmente a única coisa interessante do álbum. Ele apresenta menos faixas do que em Musics For Highways e é ainda mais longo, mas não é Rock Progressivo. Eu fiquei com um álbum menos ambicioso, mas que consegue dizer bastante. Ele tem 'Water', possivelmente a melhor música que eu já fiz.

1 - Down In The Valley, "Descent Into Unknown Territories In 8 Parts" (23:30): Esta música inteira praticamente surgiu de uma idéia muito simples criada em um violão em questão de segundos. Assim que o tema principal estava estabelecido, a peça começou a tomar forma lentamente, até que ela estava pronta. Você tem tudo - um delicado intro acústico; uma espécie de "overture" rápida; solos de guitarra; uma invasão de piano dissonante; no mais, um pacote mais-ou-menos completo. Quando eu mostrei essa música para minha prima, ela disse "é legal, não é chata de ouvir." Eu fiquei orgulhoso, porque isso era melhor do que ela poderia dizer sobre 'Echoes'...

2 - ppoolk, "Translating Dreams - Intermission?" (4:01): Uma carta traduzida para código Morse é a base desta faixa, que torna-se uma pequena balada acústica. Como o subtítulo sugere, este pode ser o "intervalo" para você ir buscar um café ou alguma coisa... ou você pode tentar traduzir o código. Vá em frente, faça-o, você sabe que você quer. Esta faixa não está aquí só pra ocupar espaço...

3 - The Spirit Of The Tree, part 1, "The Victory Anthem" (7:21): "Hino da Vitória" porque eu quase perdi o arquivo MID dessa música em uma pane no computador. Mas ele estava lá. são e salvo, e me motivou a continuar a fazer o álbum. é um tipo de hino grandioso... ou alguma coisa menos pomposa. Você decide. Este pode ser um álbum conceitual, mas não há só uma imagem específica para cada música. A melodia e os violões poderão lhe dar idéias melhores.

4 - The Spirit Of The Tree, part 2, "Forests So Dense..." (7:19): "Florestas tão densas que você poderia voar sobre elas..." Pelo menos foi isso que eu ouvi no intervalo comercial do Discovery Channel. Esta faixa e praticamente um riff-rocker rápido que tenta não permanecer no mesmo lugar por muito tempo...

5 - Water, "Peace, Disturbance and Storm in B flat" (9:20): Piano. Esta música possivelmente tem a minha melhor peça para piano até agora, e ela veio em um repentino raio de inspiração que parecia que eu tinha essa melodia na minha cabeça desde anos atrás, mesmo sem saber a definição de um acorde aumentado. Essa faixa foi "salva" de uma primeira experiência fracassada em fazer um CD. Com certeza a minha favorita nesse álbum. Até a minha mãe gosta dela. Ei, ela também gosta de 'Us And Them' do Pink Floyd.

6 - The Spirit Of The Tree, part 3, "Infinite Jungle" (7:07): Outra idéia que veio em um raio de imensa inspiração, este riff foi o que deu início às 3 partes desta composição, e esta terceira parte consegue juntar o riff, um rítmo revigorante, algumas melodias de flauta, e uma completa batalha de guitarra/bateria/baixo. Bem, se o Rush não faz mais essas batalhas, eu posso, não é? Se eu não posso, bem, que pena. Já está feito.

7 - Rollover, "Origins Unknown, Destinies Unimagined" (6:58): Esta faixa não estava destinada a aparecer em álbum algum, até que eu percebi que ela se encaixava bem no final de The Binary Sounds Of Nature - e isso explica o subtítulo. é claro, incluir esta faixa significaria aumentar a duração do álbum para mais de 66 minutos, mas se o Oasis pode fazer setenta minutos ininterruptos de guitarras distorcidas em um álbum, por que eu não poderia fazer um álbum longo? O álbum é meu, eu faço o que eu quiser. Eu gosto desta melodia, o solo de guitarra, e tudo mais.

8 - Zero Hour, "The Thin Line Between Dreams And Realities" (2:20): E acaba, novamente lhe deixando com as suas próprias interpretações. Este álbum foi um sonho ou uma realidade? Ou os dois? Enquanto você frita seus miolos para responder esta fascinante pergunta pseudo-filosófica digna de um Herman Toothrot, eu só digo que esta é uma musiquinha curta que foi colocada lá para dar um fim mais leve ao álbum. Presto!

Todas estas faixas são Copyright 2003 de Fernie Canto

Concerto Schizophrenia II: "Buses" (2004) - 75:00

(Canto / Nordlander)

In memoriam Sidney Canto

Agradecendo a Sheana Molloy pela inspiração e James Stark pelas idéias.


Meu maior trabalho. O quê eu posso dizer? Ele surgiu de uma idea para uma música para um jogo de computador, pedido por uma amiga minha, Sheana Molloy. Resultou em uma música de quatro minutos que era bem diferente de tudo o que eu já tinha feito para os meus álbums anteriores, e depois de um tempo, eu senti que poderia pazer algo maior a partir daquela música. Esse é o resultado. é como uma coleção de pensamentos, idéias, medos, esperanças, noções e memórias tiradas da minha mente e retratadas como música. Apesar de ser apresentada como quatro faixas separadas, essa peça é uma única canção de setenta-e-cinco minutos. Não é totalmente instrumental - ela apresenta falas (em Português e Inglês) e um canto em Latim, cujas letras são cortesia de Christina Nordlander (sim, é um canto real em Latim e tem um sentido). Os vocais são todos meus, e todos os sons e instrumentos foram gravados por mim. Você pode baixar as quatro faixas abaixo. A peça e subdividida em seções menores, mesmo sendo essas subdivisões puramente teóricas. Essas seções individuais vem discriminadas nas respectivas tags dos MP3. Os seus nomes, e até os títulos das quatro partes, darão dicas sobre as várias coisas que influenciaram este álbum.

Parte 1.1 - Yellow (19:50)

Parte 1.2 - Black (19:47)

Parte 2.1 - Red (17:06)

Parte 2.2 - White (18:15)

Todas estas faixas são Copyright 2004 de Fernie Canto. As letras na parte 1.2 são Copyright 2004 de Christina Nordlander.

"Better Than The Beatles!" The Adventures Of Piggley Winks (2006) - 39:15

a.k.a. Concerto Schizophrenia 0, op. 6


O título é mais longo que o álbum. Na verdade, o disco não ficou táo curto assim por falta de idéias: eu pretendia fazer um álbum curto, como que um LP, após a monstruosidade de Concerto Schizophrenia II. O resultado é este disco de trinta e nove minutos (na teoria - explico abaixo). O t&iaacute;tulo é uma ironia, e espero que seja óbvia o bastante. O título "Better Than The Beatles!" foi definido ainda antes das músicas ganharem forma, e foi tirado de um fórum de música há alguns anos. Quanto à segunda parte do título, foi tirado de um programa infantil de televisão, chamado "Jakers! The Adventures Of Piggley Winks". Para este trabalho, eu "adotei" os quatro personagens principais como membros de uma banda que toca comigo na maioria das faixas: Piggley sendo o guitarrista, Fernando Toro o baterista, Dannan O'Mallard a baixista e Molly Winks a percussionista.

Trabalhar com uma "banda imaginária, para mim, foi uma idéia fascinante. Ao contrário de muitos artistas, eu não gosto de trabalhar sozinho. Além disso, a banda deu ao álbum muito daquele "toque humano de mentira", que era tão necessário. Como quase todos os instrumentos são gerados eletronicamente, o disco possui uma certa qualidade que o torna simplesmente inaudível para certas pessoas. A banda elimina totalmente essa sensação, trazendo o disco para a terra do faz-de-conta, e dando-o essa qualidade única. O álbum já é completamente diferente de tudo que eu fiz até agora. As cinco músicas não possui relação nenhuma entre si, mas elas parecem ter uma idéia semelhante de tentar determinar o que exatamente é real, o que é falso e o que é imaginário na música.

Lado A

1 - Thunders (15:47): Dentre as músicas que eu já ouvi na vida, não havia nenhuma que era abertamente anti-chuva - ao menos não tão abertamente quanto esta. Uma coisa eu garanto, porém: estas letras não foram escritas em uma tentativa vã de ser "original", nem representam ironia pós-modernista. Metade delas é humor absurdista, a outra metade é sincera. Elas estão aqui como registro de alguns dos primeiros pensamentos que me surgem na cabeça em um momento de irritação. Quanto à música, metade foi tocada pela banda, outra metade foi gravada totalmente a partir de um velho teclado Casio que eu tive na minha infância. Ele pode dar à música uma atmosphere bastante fria, distante e artificial. Pode não ser orgânico ou realístico, mas as letras combatem isso. Na metade da música, se ouve outro excelente poema escrito por Christina Nordlander, e o final é marcado pela gravação de uma bizarra vinheta de TV. Trata-se da voz de "Deus" falando com o povo, sobre uma imagem de "Jesus Cristo" diante de um fundo preto. Essa vinheta assustadora se dava ao final de um programa das noites de domingo.

Créditos da música

2 - I'd Rather Be Home (3:49): É só uma balada pop, nada mais. Os vocals só chegam depois da metade da música, e as letras podem carregar diversas interpretações e sentidos. Elas nem foram escritas com uma idéia específica em mente, mas elas relatam sentimentos bem palpáveis e reais de infância. Apesar disso, é uma balada pop e nada mais. Ela é precedida da gravação de uma vinheta de "calendário" TV, exibida no dia 18 de junho de 1989. O letreiro estático, enorme na tela era tão (se não mais) assustador do que o áudio gravado aqui.

Créditos da música

Lado B

1 - Pompous And Pretentious (7:35): Inteiramente tocado por mim, em meu teclado eletrônico. É um solo de piano, baseado principalmente em seqüências de acordes. A performance é brutal e crua, principalmente porque eu estava sentado no chão com o teclado diante de mim, também no chão. Minhas costas estavam arqueadas enquanto tocava. É a música mais emocional aqui, e isso pode compensar a falta quase total de melodia, e a pretensão da sensação transmitida: dor e descomforto.

Créditos da música

2 - Tetralogy (6:33): O aspecto mais interessante (se não o único) da música é que ela é uma palíndrome, no sentido completo da palavra: se tocado de trás para diante, as notas são as mesmas. Além disso, vários elementos separados da peça são palíndromos, como a percussão, as linhas de baixo, cada melodia de piano, e a maioria dos solos. A percussão foi feita inteiramente com objetos domésticos. A peça acaba tendo um som bem mecânico - mas não eletrônico.

Créditos da música

3 - All Full Of Nine O'Clock (5:29): De volta com a banda completa, esta música foi inteiramente inspirada por rítmos e estilos tradicionais do sul do Brasil, região em que eu moro. Originalmente, ela teria uma voz por cima. A idéia foi abandonada. Ao invés, há uma gravação de vozes e conversa na cozinha, e microfonia (proposital!) causada pelos headfones sendo segurados diante do microfone, gravando a música por cima dela mesma. Ao fim da faixa, como bônus, pode-se ouvir o que é considerada a vinheta mais assustadora do Brasil - e talvez uma das piores do mundo. Trata-se do encerramento de uma rede de TV, de alguns anos atrás, que passava nas madrugadas de domingo - causou muitos pesadelos, com certeza.

Créditos da música

O beep do colorbar no final do álbum representa um espiral infinito no centro do disco e, enquanto ele só toca por trinta segundos na versão neste site, ele se extende até o final do CD - a marca de oitenta minutos.

Intermináveis agradecimentos a Ivan Odilstoff e Fábio Marckezini, que disponibilizaram a vinheta de encerramento, e ainda mais agradecimentos a Dr. Zecão, que disponibilizou a vinheta do Jesus, anteriormente impossível de se achar. E mais agradecimentos a quem quer que tenha disponibilizado a vinheta do calendário. Agradecimentos especiais a Christina Nordlander, que trouxe mais um brilhante poema para enriquecer esta música. Sem todas essas contribuições, eu não teria tido tanta diversão e satisfação fazendo este disco.

Todas estas faixas são Copyright 2006 de Fernie Canto. O poema "De Destructione Romae" na faixa I(1) são Copyright 2005 de Christina Nordlander.

Big Robot, Little Robot (2007) - 46:02

a.k.a. Concerto Schizophrenia 1, op. 7


Um álbum com significado? Não muito, talvez. Uma coisa é certa: qualquer significado que seja, não há letras aqui para explicitá-lo. Este álbum é inteiramente instrumental. Um "retorno à forma", por assim dizer, mas que forma? O conceito é razoavelmente fácil de ser seguido. Cada faixa é vagamente baseada em/inspirada por um personagem diferente do desenho britânico Little Robots. Conhecer o desenho e os personagens pode clarear a idéia de algumas músicas aqui, mas não todas. Às vezes, a música é obviamente baseada no personagem; em outras,a "inspiração" é tão subjetiva e oblíqua quanto ela pode ser. Há algum motivo para isso? Não exatamente. Eu só pensei em usar algo concreto e externo como base deste disco. Desse modo,o contorno do álbum é bem focado nisso. As músicas não têm exatamente títulos - apenas personagens a elas associados. Mas eu não desejo uma ligação de duas vias entre o desenho e o disco. As músicas dependem do desenho, mas tentar fazer o inverso seria ridículo de minha parte. O álbum não é direcionado aos fãs do desenho, ou a crianças - muito menos a adultos. É apenas uma temática, nada mais.

Quanto à música, a idéia de associar personagens às músicas carrega um pouco da idéia do The Wall, do Pink Floyd: o álbum é um ciclo contínuo de música. Então, não há teoricamente um início ou um fim nele. Pode-se começar o álbum em qualquer faixa e deixá-lo repetir, sem interrupções, até que se deseja parar; graças à tecnologia digital, claro. Ainda assim, as faixas estão separadas em dois lados, como que para um LP, por exemplo, e a divisão "ótima" é oferecida aqui como a seqüência "oficial". Todas as músicas foram escritas, arranjadas e gravadas por mim. Todos os sons são sampleados ou sintetizados, e... enfim. Adiante.

Lado A

1 - Scary (6:08)

2 - Noisy (5:57)

3 - Sporty (5:18)

4 - Tiny (3:37)

5 - Messy (1:59)

Lado B

1/2 - Sparkies (3:45)

3 - Spotty (4:21)

4 - Stripy (5:44)

5 - Rusty (6:06)

6 - Stretchy (3:03)

Todas as faixas são Copyright 2007 de Fernie Canto. Little Robots é marca registrada de Create TV & Film Ltd., todos os direitos reservados.

Os Links


The Groening FanWorks Central: Sim, eu já mencionei este site, mas lá vai mesmo assim. Ele é mantido por Steven Scott e Graham Dawson, que está hospedando esta página que você está olhando. Não perca o site deles se você tem mesmo que um interesse passageiro em Os Simpsons e/ou Futurama, já que você encontra lá excelentes obras de arte.

Sir Mustapha's Album Reviews: Estes são meus comentários em álbum de artistas incluindo Mike Oldfield, Jean-Michel Jarre, The Residents, Pink Floyd e Talking Heads. Tem as bandas retratadas como personagens de South Park!

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